Quando não estou aqui para você me abraçar;
Quando não vou com você;
Quando não estou com você;
Quando pareço distante e indiferente;
Quando ergo um livro na minha frente;
Quando não chego na hora;
Quando saiu sem te avisar;
Quando não olho enquanto você me fala;
Quando não faço o que você me pede;
Quando não te conto os meus segredos;
Quando não conto para você... sobre mim
"Uma vez atingidos pela punição, faremos o que puder para desliga-la ou ir embora. Se não podemos fugir, ou se a situação provê reforçadores positivos suficientes para contrabalancear os negativos, podemos apenas nos desligar por algum tempo. Se nossa família, amigos, ou colegas de trabalho distribuem choques muito freqüente, ou se seus choques são muito intensos, podemos ir ao extremo de desistir, mesmo que isso signifique abdicar de reforçadores positivos. Não sofreríamos menos se, em vez de esperar receber um choque para então fugir, pudéssemos impedir o recebimento do choque? Não faríamos melhor esquivando-nos de choques? "(SIDMAN, 2003).
Ao convívio com as pessoas ao longo de nossa historia de reforçamento aprendemos a probabilizar muito sobre seus comportamentos e com isso as conseqüências prováveis para os nossos.
Por isso...
Não tenho culpa se não estou aqui para você me abraçar
Não tenho culpa se não vou com você
Não tenho culpa se não estou com você
Não tenho culpa se pareço distante e indiferente
Não tenho culpa se ergo um livro na minha frente
Não tenho culpa se não chego na hora
Não tenho culpa se saiu sem te avisar
Não tenho culpa se não olho enquanto você me fala
Não tenho culpa se não faço o que você me pede
Não tenho culpa se não te conto os meus segredos
Não tenho culpa se não conto para você... sobre mim
Estou apenas me esquivando