Vadiarei por entre as curvas do meu corpo
Nada será como era antes
E o pomposo deleite que me elicia
Não será o mesmo nunca
De novo, é novo
Conjugando minha inocência à minha indecência
No vagaroso ritmo, de me manipular, as conseqüências
Com os olhos entreabertos me exponho
ao meu âmbito particular, me reforço
Desvelados os mistérios do meu sangue e da minha carne
São emocionais, as respostas que anuncia, meu corpo
como que ardente,
como que lambido pelo sol,
tudo se mistura e se homogeneíza aqui dentro.
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