No fim, era o que se esperava;
Era torto, doente, mas não quebrava;
Era sóbrio de amores, que lamentava;
Devia a vida moedas que não lucrava;
Não agüentava o tempo, mas o esperava;
Atendo-se a arte do sangue que gotejava,
já falho, inquieto, suspirava e...
chorava.
lindo e intenso como o autor
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