
- Duas coisas não estão mais estritamente interligadas que a verdade e a sensibilidade. Disse-me a Poesia. Minha expressão foi de duvida, pensei vagarosamente no que me foi dito, de súbito, admirei-me de tal clareza.
- ... não se é estranho, já que só se toma como verdadeiro aquilo que sentimos e só o que sentimos, o é verdadeiro. Continuou ela.
Então, sutilmente, vieram as palavras que fomos proferindo como que em um coral:
“- É verdadeiro o ar que respiro, o fôlego que me sufoca; verdadeiramente me eriçam os pelos da nuca, a brisa, e o frio no baixo ventre, que me excita, num beijo”.
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